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	<title>O Sono Luso &#187; Ciência</title>
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		<title>Maitê Proença propaga H1N1 na Europa</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 11:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Director</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A famosa actriz brasileira Maitê Proença foi identificada pelo Instituto Ricardo Jorge como a fonte de propagação da Gripe A na Europa.
De acordo com o director do instituto, &#8220;o H1N1 foi identificado no cuspo deixado pela ilustre profissional do entretenimento para adultos na fonte dos Jerónimos&#8220;. Trata-se de &#8220;a amostra primogénita encontrada levando a pensar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_359" class="wp-caption alignleft" style="width: 304px"><img class="size-medium wp-image-359" title="2040126_ylpi3" src="http://osonoluso.org/wp-content/uploads/2009/10/2040126_ylpi3-294x300.jpg" alt="Famosa meretriz" width="294" height="300" /><p class="wp-caption-text">Actriz interpretando famosa meretriz</p></div>
<p>A famosa actriz brasileira <strong>Maitê Proença</strong> foi identificada pelo <strong>Instituto Ricardo Jorge </strong>como a fonte de propagação da <strong>Gripe A</strong> na <strong>Europa</strong>.</p>
<p>De acordo com o director do instituto, &#8220;<em>o </em><strong><em>H1N1</em></strong><em> foi identificado no cuspo deixado pela ilustre profissional do entretenimento <span style="text-decoration: line-through;">para adultos</span></em><em> na fonte dos </em><strong><em>Jerónimos</em></strong>&#8220;. Trata-se de &#8220;<em>a amostra primogénita encontrada levando a pensar que a propagação iniciou-se de </em><strong><em>Maitê</em></strong><em> para alguns porcos mexicanos e não no sentido inverso</em>&#8220;.</p>
<p>A famosa hospedeira ainda não reagiu ao assunto porque nenhum repórter se aproxima. &#8220;<em>O medo de ser cuspido em cima bate o dever de informação</em>&#8221; adianta <strong>Matias Mattias</strong> de <strong>O Sono Luso</strong>.</p>
<blockquote><p>Actualização: Não temos preconceitos contra brasileiros, coreanos ou sul-africanos (só um bocadinho contra emigrantes na Groenlândia). Mas adoramos uma boa fofoca e gozar com a estupidez humana. Como diz o outro, &#8220;<em>pelo peixe morre a boca</em>&#8220;.</p></blockquote>
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		<title>A mulher que tem um Dias Loureiro no ombro</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 08:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Director</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[Raras são as doenças que geram tanto desconforto para o paciente como divertimento para quem com ela contacta. Apesar do caracter improvável, a Bancopatite Crónica (vulgarmente conhecida como a doença do &#8220;ter um Dias Loureiro no ombro&#8220;) é uma patologia séria que aflige um número crescente de portugueses.
Trata-se de uma mal formação congénita que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_301" class="wp-caption alignleft" style="width: 338px"><img class="size-full wp-image-301 " title="Mulher-Com-Dias-Loureiro-No-Ombro" src="http://osonoluso.org/wp-content/uploads/2009/10/Mulher-Com-Dias-Loureiro-No-Ombro.jpg" alt="Mulher com Bancopatite Crónica, também conhecida como a doença do &quot;ter um Dias Loureiro no ombro&quot;" width="328" height="510" /><p class="wp-caption-text">Mulher com Bancopatite Crónica, também conhecida como a doença do &quot;ter um Dias Loureiro no ombro&quot;</p></div>
<p>Raras são as doenças que geram tanto desconforto para o paciente como divertimento para quem com ela contacta. Apesar do caracter improvável, a <strong>Bancopatite Crónica</strong> (vulgarmente conhecida como a doença do &#8220;<em>ter um Dias Loureiro no ombro</em>&#8220;) é uma patologia séria que aflige um número crescente de portugueses.</p>
<p>Trata-se de uma mal formação congénita que se assemelha com um banal sinal de nascença e que degenera numa tumescência tubercular que progressivamente se transforma num <strong>Dias Loureiro</strong>. Os casos mais severos chegam a incluir bigode. As causas desta doença ainda não estão completamente determinadas, havendo, no entanto, evidência de um valor aumentado na vizinhança de neurotransmissores da tóxina mais prevalente em notas bancárias, a <strong>Pi1Lim2</strong>.</p>
<p>O <strong>Dias Loureiro</strong> no ombro não pode ser tratado de forma permanente e necessita, inclusivamente de ser alimentado e hidratado.</p>
<p>Há casos muito raros de recursividade em que o<strong> Dias Loureiro</strong> no ombro tem, ele próprio, um <strong>Dias Loureiro</strong> no ombro. Em <strong>Portugal</strong> ainda não há registo de qualquer caso.</p>
<p>A falta de apoios estatais e a inadequação dos meios hospitalares tornam esta doença num estigma social que afecta profundamente o bem estar psicologico do doente. A discriminação provocada pela ignorância e o preconceito por algo que é diferente aumenta o nível de ansiedade a que o doente está sujeito, podendo criar disfuncionalidades sociais calamitosas quando este se recusa a sair de casa para tarefas simples como trabalhar ou ir à praia.</p>
<p>Em termos físicos, a <strong>Bancopatite Crónica</strong> não acarreta cuidados de maior exceptuando os cuidados gerais como a impossibilidade de usar sacos a tiracolo do lado do <strong>Dias Loureiro</strong> no ombro.</p>
<p>A clínica suíça <strong>Sterbengut</strong> anunciou recentemente avanços numa vacina que, não prevenindo o aparecimento de um <strong>Dias Loureir</strong>o no ombro, pode retardar o seu completo desenvolvimento por mais de uma década.</p>
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